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Beleza não é artigo Supérfluo

  • Foto do escritor: SAUDE&LIVROS Fomm
    SAUDE&LIVROS Fomm
  • 8 de mai.
  • 2 min de leitura

Foi-se o tempo em que todos os procedimentos que visavam resultados estéticos, na Medicina, eram vistos como superficiais ou dispensáveis.


Cada vez mais os médicos tem compreendido, nas duas últimas décadas, que a saúde é o resultado do equilíbrio entre três fatores: o biológico, o social e o psicológico.

Na prática, sabe-se há milênios que a frustração, a tristeza, a melancolia, a ansiedade criam condições para que a doença se instale.


Hoje, com o entendimento do trânsito de hormônios e neurotransmissores afetados pelos sentimentos e pelo stress, sabe-se que a insatisfação e a infelicidade podem ser responsáveis pela queda da imunidade e pelo aparecimento de muitas doenças.

Numa sociedade onde o jovem e o belo são super valorizados não apenas socialmente, mas também profissionalmente, cada vez mais os cuidados com o corpo ganham destaque e importância.


Malhar para esculpir o corpo significa também atingir o resultado prático esperado da atividade física para a manutenção da saúde e prevenção das doenças.


Assim é também com a cirurgia plástica.


Livrar-se de um nariz que se considera antiestético, de orelhas de abano, de gorduras localizadas, de mamas flácidas e do ar cansado e triste que advém da flacidez da pele em torno dos olhos, no pescoço e no rosto, pode, sim, significar a diferença entre a doença e a saúde.


Dr. Paulo Jatene já realizou mais de 20 mil cirurgias plásticas.


Está acostumado com a transformação que se dá nos pacientes depois que seu corpo é transformado pela cirurgia. Existe uma transformação – explica o cirurgião – interna. É o aumento da autoestima, uma alegria e uma satisfação que geram novos estados mentais e conferem ânimo e mais disposição para encarar os desafios do cotidiano.

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